COMER PARA CRESCER E FABER-CASTELL DÃO UM PRÊMIO PELA SUA CRIATIVIDADE

Depois dos filhos, ir a um restaurante pode ser:

( ) divertido?

( ) uma verdadeira guerra?

Vamos combinar. É doce a recordação de sentar tranquilamente à mesa, mãos dadas, enquanto se aprecia o cardápio. Com crianças, os talheres logo se transformam em espadas, os guardanapos em aviãozinhos. Qualquer coisa ao alcance das mãos vai parar no chão. Incluindo a comida. Pobre garçom… Depois de meia hora, o salão do restaurante vira playground. E as mãos dadas agora são algemas para que ninguém saia correndo, derrubando tudo…

Você já passou algum aperto com as crianças no restaurante e teve de usar sua criatividade para distraí-las?

Conte sua história para nós e concorra a 8 kits da Faber-Castell que irão ajudar muito da próxima vez.

E sabe por que eles ajudam? São fáceis de carregar para o restaurante, só precisam de um cantinho de mesa e  realmente distraem as crianças (e os adultos!). Os 8 prêmios da Faber-Castell são formados por produtos da linha ColorShow e por kits Creativity for Kids. Os brinquedos têm o aval da UNESCO, estimulam a criatividade da criança e nós aqui do blog adoramos!

O concurso funciona assim: escreva sua história nos comentários deste post (e somente aqui) até dia 18 de julho. Não esqueça de colocar o primeiro nome e idade dos filhos – seu email, que você preenche ao fazer o comentário, não será divulgado. As 8 melhores histórias serão premiadas com kits da Faber-Castell. Os vencedores serão anunciados em um post no dia 22 de julho.

Para abrir o apetite, conheça os kits que você pode ganhar:

Super Sticks Vila Sésamo

São 7 bastões com cores vibrantes, que criam incríveis efeitos multicoloridos. Vem com um carderno para pintar com 10 folhas coloridas.

Textura com Giz de Cera Vila Sésamo

Com pranchas de texturas diferentes, os desenhos ganham fundos especiais e coloridos com giz de cera. Vem com 12 gizes de cera, 6 texturas divertidas e 1 caderno para colorir com 20 folhas.

Minha coleção de caixinhas

As três caixinhas de papel podem ser pintadas e decoradas com glitter, adesivos e plumas. Depois elas estão prontas para guardar o que as meninas quiserem… O kit vem com  3 caixinhas de papel machê, 6 potes de tinta, 1 cola glitter, 1 pacote de adesivos, 1 pacote de plumas, 1 pincel.

O segredo do Artista

Um kit que ajuda a  produzir obras artísticas misturando e descobrindo as cores em diferentes texturas no papel. Contém 5 potes para o preparo das tintas, paleta de pintura, 4 cores de guache, 10 rótulos adesivos, 1 palito de madeira, 1 pacote de glitter prata, 15 folhas de sulfite, 2 rolos, 1 pincel.

Memória Tátil

Um jogo da memória diferente: a brincadeira aqui é descobrir as texturas iguais sem olhar! Vem com 18 peças de madeira, 9 pares de texturas diferentes, 1 saquinho, 1 cola branca.

Formal Fashions

Vestidos exclusivos e fabulosos que podem ser ajustados, enfeitados e transformados para servir em diversas bonecas. O kit tem 4 vestidos (tecidos: rosa, verde, preto e prata), 1 cola glitter transparente, 1 cola branca, 9 fitas em modelos variados, 5 flores de tule, 1 pacote de navetes coloridos, 1 tesoura, 4 cabides de plástico e folheto de instruções.


Navio Fantasma

Um navio fantasma sinistro que brilha no escuro, fácil de montar e pintar! É só personalizar, e partir para muita diversão! Possui 13 peças de madeira para montagem, 6 potes de tinta, barbante + 3 barris, 2 retalhos de tecido em forma de vela, 1 folheto de instruções.


Alquimia das Cores

A ideia deste divertido jogo é brincar com as cores, transformando-as em poções mágicas para garantir a vitória.Vem com 1 bloco com 30 folhas de papel + 1 régua de cores + 1 tabuleiro redondo + 4 peões + 1 dado numérico + 12 lápis aquareláveis com 1 pincel + 1 lápis grafite com borracha + apontador + 42 cartas impressas + 1 cartela adesiva para os peões + 4 moldes em formato de caldeirão + folheto de instruções.

Um beijo

Mônica e Patrícia


55 Comments

  1. que pena q acabou a promoçao, mas mesmo assim resolvi comentar pq e um exemplo p outras criancinhas e tambem foi uma cena estranha e fofa ao mesmo tempo…. eu, meu marido e meu filho fomos ao Bar da Maria comer caldinho de feijao e la tem um parquinho onde o Ismael estava brincando qndo ve começamos a procura-lo e qndo demos conta sabe onde ele estava…. atras de nos na mesa comendo a cebola curtida do potinho que vem acompanhando com a boca mais gostosa do mundo….. ai q lindo e ele e mesmo pois come de tudo jilo quiabo lingua bucho…… abraços

    1. Sim, a promoção era até dia 18 passado e hoje publicamos as vencedoras. Mas em breve teremos mais promoções bacanas como essa!
      beijos

  2. Oi, meu nome é Rosângela, moro em Salvador/BA, sou mãe de duas menininhas lindas de 2 anos e meio, Cecília e Luísa, que adoram desenhas, fazer pintura de dedo, fazer colagem ou desenho com cola colorida,etc. Sair com crianças para almoçar não é fácil e sempre me perguntam como nós conseguimos essa façanha sem babá e com gêmeas? Simples: não saímos de casa sem o kit “xô tédio”, composto por lápis de cera e folhas de papel, uma maravilha para garantir a paz em nossas saídas gastronômicas.
    Tudo começou quando vimos que o caos se instalava após os 10 minutos de chegada nos restaurantes, era uma que queria descer da cadeirinha, a outra que queria puxar a toalha da mesa e com ela tudo que estava em cima também, daí uma conseguia fugir, a outra se animava e ia correndo atrás também, então ficava doida, “lelé da cuquinha” mesmo para ir embora e ainda odiava os olhares das pessoas em volta, só faltava aparecer aqueles balõezinhos de revistas em quadrinhos: -Tadinho deles.. Ufa gêmeos, Deus me livre!!!
    Meu marido numa ida a uma famosa loja de departamento, na parte de papelaria, para comprar ecolápis de cera para as meninas, desde pequenas demos este tipo de lápis para elas, viu um kit da faber composto por lápis de cera e um rolinho de papel, não pensou duas vezes e comprou dois, chegou em casa e disse: Mô, sábado vamos almoçar fora sem stress, eu garanto, olha só o que eu comprei para distrair as meninas… Me mostrou e foi amor a primeira vista meu e delas, funcionou que foi uma beleza, desde então não saímos sem lápis e papel, mas bem que um kitizinho desses aí de cima viria bem a calhar para pequenas tão novidadeiras como as minhas.

  3. Oi, me chamo Ana, moro no Rio Grande do Sul e tenho 3 filhos. A menor, Emília tem 1 ano e 2 meses e os maiores têm 12 (Joana e 10 anos (João).
    Recebemos um telefonema de amigos convidando para um almoço de última hora. Na correria da saída, esqueci de levar alguma coisa para distrair a pequena, levando somente o básico: fraldas, paninho, mordedor…
    Como era fim de semana, o restaurante estava cheio e a comida demorou um bocado para chegar e as brincadeiras de cantar, bater palminhas já estavam cansando a Emília. Fora os irmãos que ficaram entediados de esperar.
    Foi aí que revirando na bolsa encontrei um par de meias colorido e vesti as meias, uma na mão dela e outra na minha e ficamos brincando de bichinho, um conversando com o outro. Assim ela se distraiu e ficou brincando até a hora da comida chegar.

  4. Aos 45 do segundo tempo arranjei um tempinho pra participar dessa promoção tão legal! Será que ainda tá valendo? Tomara que eu ganhe um dos kits mas a concorrência tá forte! 🙂

    Bem, um sufoco ou outro a gente acaba mesmo passando mas até que o meu filhote, Pedro, de 4 anos E MEIO é bem tranquilo, principalmente qdo está sem outras crianças na mesa com a gente.

    Quando ele tinha uns 2 anos viajei com uma amiga e o sobrinho dela da mesma idade do meu pequeno pra região serrana do Rio. Numa das noites fomos experimentar a pizza com massa feita de aipim, famosa na região. Mas para o nosso azar escolhemos uma pizzaria onde o atendimento era um tanto demorado e estávamos na mesa com duas crianças pequenas: uma com muito sono e a outra agitada demais. Detalhe: sem o kit restaurante! Foi então que lembramos do “escravos de Jó”, brincadeira jurássica mas que junta música, movimento e a atenção da criança. Num segundo nos vimos pegando vidros de catchup, mostarda, paliteiro e saleiro e transformando tudo numa grande brincadeira. Claro que nem olhamos pro lado pra ver a cara dos outros clientes do restaurante. Conseguimos distrair os 2 pequenos até nosso pedido chegar, a pizza estava ótima e a noite que tinha tudo para ser um desastre total acabou sendo super divertida! E vamos combinar, que outra oportunidade a gente teria para fazer uma bagunça dessas se não estivéssemos com criança à mesa. No mínimo chamariam a polícia ou o hospital psiquiátrico! 🙂

  5. Meus filhos são loucos por desenhar. Certa vez numa grande loja de brinquedos, fiquei orgulhosa pois enquanto as outras crianças se debatiam entre super-heróis e carrinhos, meus meninos estava olhando os materiais de pintar e colorir. Agora, aproveitando esta paixão, eles estão escrevendo cartas e enviando desenhos para os avós via Correios. Eles mesmo vão à agência entregar a carta! É lindo e eles se divertem e conhecem uma forma de correspondencia pouco usada hoje em dia mas muito mais calorosa que os e-mails.

    Eles iam ficam loucos com este presente!

    Beijos!

  6. Tenho dois lindos e criativos filhos: a Maria Luisa com 6 anos e o Heitor com 1 ano e 4 meses. O Heitor em restaurante é realmente complicado, até porque ele come muito pouco. Então o que seria o atrativo principal, fica de lado. O que resta? Copos, talheres, jarras, etc, etc, etc. Lembro de uma ocasião em que chegamos normalmente a um restaurante, pedimos o famoso cadeirão para o bebê e fizemos nosso pedido. Antes que o pedido chegasse, no tempo normal de preparo, eu já tinha rearrumado a mesa algumas vezes e pedido outros talheres pois meu filho tinha jogado os primeiros no chão. Então, para amenizar a situação, pedi ao garçom uma folha de papel manteiga usada para cobrir as mesas, corri em uma papelaria ao lado, comprei canetinhas e ofereci ao Heitor. Qual não foi minha surpresa quando percebi outras crianças junto dele, desenhando e brincando. Para conforto de todos, as crianças ficaram em uma mesa só para elas se distraindo com as cores no papel e tivemos nosso momento de almoço fora de casa. O gerente veio conversar, após ver a cena, parabenizando a atitude e se propondo a criar um espaço de arte e recreação para as crianças naquele restaurante. Desde então, em minha bolsa sempre tenho canetinhas e lápis de cor para qualquer “eventualidade”.

  7. olá meu nome é maria sou mae uma princesinha de 2 aninhos a Mariana tambem do leonardo de 6 anos e de um rapaizinho de 13 anos o victor.eles sao uma graça quando juntao os 3 sai de baixo imaginem,sempre quando vamos a restaurantes proucuro levar bloquinhos e giz de cera pra distrai-los os menores no caso,só que nesse maravilhoso dia que saimos consegui esquecer os apetrechos em casa,quando dei pormim ja era tarde,quando ja estavamos acomodados a p´rimeira pergunta qua a mariana fez foi:-mae cade meu colorido..era o lapis e o papel,meu Deus ela começou a querer andar pelo restaurante todo sem ter com o que se distrair,pois ela adora desenhar e brincar com maçinhas o leo tambem,o garçom ate que tentou um papel e uma caneta mas ela incistia com o “colorido”dela por fim ela se distraiu com palitos de dente no papel que ela estava fazendo de lapis de cera.e disendo que era o colorido ela via cores ate onde nao tinha imagina um palito de dente…essa menina pensa colorido há se todos pensassem assim o mundo seria muito mais encantado ,colorido,colorido.colorido!!
    tenho certeza que ela ia adorar colorir a vida das pessoas com esses kits ,abraços .

  8. Olá tenho 3 pimpolhos: Gabriel com 14, Angélica 10 e Yasmin de 8 anos. Já deu pra imaginar que tudo é complicado e tem que ter muito rebolado para distrair essas crianças.
    Sempre que vamos almoçar fora tem que ter uma caneta ou algo parecido porque senão coitado dos palitos e dos saquinhos de sal da mesa!
    Sorte é quando tem uma cestinha com giz de cera para a criançada pintar e bordar depois de comer as batatas fritas.
    A minha caçula então é hiperativa! rs Não pára um segundo.
    Almoçar em paz é quase impossível.
    Quando eram menores então, era um Deus nos acuda!!! Corriam entre as cadeiras , iam na mesa dos outros, queriam mamar enquanto eu tentava comer um pedacinho de palmito…. bons tempos aqueles.
    Criança é muito bom mas dá trabalho!!!

  9. Tenho duas filhas, a Karen com 5 anos e a Manuela de 2 anos e meio.
    Nunca tivemos saias justas com a Karen, pois ela se alimenta super bem e depois se distrai o tempo que for com seus lápis e revistinhas – itens tão presentes na bolsa quanto a mamadeira, chupeta, fraldas. Certa vez, após um jantar com amigos, a Manuela resolveu que não iria se distrair com os desenhos e após irritar a irmã rabiscando os desenhos dela, jogar comida embaixo da mesa e correr pelo restaurante, eu já com os cabelos em pé resolvi pedir ao garçon um pouquinho de macarrãozinho cru, o rapaz muito prestativo e ansioso para acalmar a mocinha, trouxe vários tipos de macarrão e um pouco de massa de pão crua, foi a maior festa, pois tanto a Manuela quanto a Karen ficaram super concentradas em criar bichinhos, flores e formas. Aposto como o garçon deve ter adotado este “kit” para as próximas crianças incontroláveis (rs).

  10. Sou Carolina, mãe da Clara de 4 anos.
    Quando a Clara tinha quatro meses comecei a introduzir papinhas e começou a ansiedade. Comer nucan foi o seu forte. Em casa, a comida era toda camuflada (até hoje – feijão com abóbora e couve, arroz com cenoura e brocólis, panqueca de espinafre do “shrek e por aí vai…) e sempre acompanhada por brincadeiras. Muitas mães agora devem estar me recriminando, mas foi o jeito menos torturante para a “hora do papá”. Fizemos uma viagem para fora do país e, em todos os restaurantes e lanchonetes havia um menu para crianças acompanhado por uma caixa de giz de cera ou lápis de cor. Além da refeiçãos er direcionada para as crianças, com coisas que elas gostam de comer e em porções menores, ainda podiam pintar os alimentos (ela comia o que pintava e assim foi melhorando o paladar). Na minha bolsa, sempre tem um “kit restaurante”: um caderninho ou bloquinho, um livrinho para pintar e um estojo de lápis de cor. Isso ajuda muito a acalmá-la até a comida ser servida e mostrar o que há nos pratos. Bem, é isso. Como a Faber Castell tem uns kits mais lúdicos é o que está sempre na bolsa (claro que são as caixinhas mais comuns). Por isso, ganhar um kit destes seria maravilhoso para minha pequena “artista”. Grande abraço!!

  11. Olá…
    Minha filha chama-se Carolina e tem 2 anos…
    Desde muito pequena, mais ou menos 9 meses, eu incentivo ela a desenhar e pintar.
    Claro que com os lápis dela, por que a minha caixa de Faber Castel eu não empresto nem pra ela. Desde criança eu gosto de desenhar e pintar… Eu quase sempre pinto as revistinhas dela inteira…
    Bom.. Mas minha estória é a seguinte: Minha mãe me chamou pra ir em uma confraternização em um churrascaria, eu sabia que lá tinha um espaço pra crianças, mas a Carolina era muito pequena e entediava logo, então não exitei… e em uma sacola coloquei todos os lápis de cor e giz de cera que ela tinha e um monte de revistinha de colorir e fomos pra churrascaria…
    Uma mãe prevenida vale por duas… todas as crianças que estavam lá ficaram desenhando por um tempão, deixando a gente comer em paz.
    É claro que no outro dia tive que ir pra papelaria comprar outros lápis e giz, mas isto faço com prazer.
    Amo a Faber Castel! Gostaria muito de ganhar este kit.
    Quero que minha filha seja arquiteta no futuro.
    Um abraço grande!

  12. Eu sou mãe da Juh de 7 meses:
    ” Muita maldade a gente precisar passar por toda uma situação para poder ser socorrida! Não serve eu dizer que já imagino a confusão? E dizem que dom para pintar o 7 é hereditário, então já imaginou o que ela vai aprontar quando tiver chance? Porque minha mãe conta que quando eu tinha 4 anos nós fomos em um restaurante com o chefe deles. Chegando lá, muita energia sobrando e muita calma pairando no lugar, resultado não foi outro: sai correndo de um lado para o outro, derrubei um garçom, quebrei os copos e pratos, joguei comida nas pessoas, fiz pirraça porque não me deixaram puxar a toalha da mesa, roubei os paliteiros e saleiros das mesas para fazer castelo; só me acalmaram quando me disponibilizaram um bloco para eu ‘desenhar’ com os palitos.”
    Beijos

  13. Meu nome é Chris, sou mãe da Cecília, uma espoleta de quase 4 anos.
    Desde bebezinha, a Ciça nos acompanha em festas e restaurantes, então acho que ela já se acostumou com a idéia de passar algumas horas sentada à mesa, vendo os adultos comer, rir, beber e conversar muito. Para evitar as muitas ‘histórias de tortura’ que ouço de amigas, desde cedo, nunca saí de casa sem meu ‘kit restaurante’: Caixa de lápis cera, bloquinhos, mini-livrinhos com abas, dedoches, cartelas de adesivos e pequenas bonecas. Não criamos regras, mas deixamos claro que os limites vão até o espaço do vizinho, panelas e objetos que não estejam a seu alcançe.
    Logo que de vez em quando ela se entedia com as opções e, ter mais e mais diversões, seria muito melhor, mas a minha criatividade já está meio limitada. Por isso, uns kits como estes, viriam a calhar na minha mega-super-bolsa de mãe!
    abraços!!!

  14. olá sou Giuliane mãe da Eduarda de 5 anos,acho que minha filha será escritora ou desenhista pq ela ama um caderno e lapís,rsrs
    fomos a um restaurante com amigos,mas só ela de criança,então ja viram logo tudo ficou chato e sem graça pra ela,não tinha oque fazer,logo começou a sair d lugar e eu chamava a atenção dela,ela sentava e ficava debruçada na mesa,puro tédio mesmo,como eu disse que ela adora escrever desenhar,peguei um guardanapo(esses de papel mesmo),e meu lapís de olho,rsrsrs,isso mesmo,dei pra ela e disse vai desenhando tudo que tem na mesa,a menina na hora se entreteu,desenhou uma garrafa de refri e marcou Eduarda,desenhou o prato de todos na mesa, foram muitos papeis desenhados por ela,kkkkkkk,ta certo que tive que ficar ditando todas as letras pra ela,e ela acabou com meu lapís de olho,mas foi ótimo pq ela não ficou saindo do lugar e eu correndo atras dela como das outras vezes,e de quebra todos curtimos muito pq ficamos vendo depois os papeis desenhados por ela e comparando que tinha comido mais,kkkkkkkk
    com certeza ela vai amarrr esse kit da faber,estamos na torcida!!
    bjssss

  15. Bem que eu queria ganhar…
    O meu pequeno, Arthur, tem 3 anos e é muito “de lua”. O humor dele é super variável, então, sempre pensamos muito bem antes de ir a restaurantes com ele. Sempre vamos a pizzaria; A mesma, sempre, e no meio da semana, ou no domingo bem tarde da noite, depois das 21 horas.
    Numa dessas idas, ele cismou de comer “rosinha”, que é como ele chama as linguiças, salsichas, calabresa, mortadela e presunto. Quando o garçon trouxe a pizza, o pequeno agradeceu assim:

    – Aê, amigão. Obigado pela rosinha!

    E quando o homem, que tinha os cabelos grandes, virou-se, mas ainda a tempo de ouvir o pequeno dizer:

    – Mãe, ele parece uma mulher, não é???

    Não é história de “como entreter uma criança num restaurante”, mas é apuro.
    Ah, sim.Sempre levamos carrinhos da hotwheels, pq são pequenos e criamos obstáculos e pistas na própria mesa, enquanto a pizza não vem. Às vezes ajuda, às vezes ele fica descalço, deitado no chão da pizzaria, brincando com os carrinhos. É a vida. São os filhos!

  16. Tudo aconteceu no Guarujá, naquelas tardes depois da praia e vamos direto para o restaurante. O Guilherme (3 anos) já havia se empanturrado com toda e qualquer comida que se possa imaginar e já chegou ao restaurante emburrado por termos saido da praia. Tentamos de tudo, desde clássicos como desenhar com palitos de dente, até mesmo ao campeonato de futebol de bolinhas de guardanapo…Nada resolvia, e já estavamos quase desistindo quando uma musica alta começou, era o grupo de samba local se apresentando. Como mágica , ele se levantou , foi se aproximando quase que hipnotizado pelas batidas dos tambores. Tudo mudou, nossa tarde terminou com o Guilheme pequenininho, todo entrosado numa roda de samba , tocando no colo do tio “Zinho” o maior batuque da roda!

  17. A Clara é uma criança com pilha alcalina. Não pára muito tempo quieta em uma mesa de restaurante, principalmente nos últimos tempos (está com 1 ano e 9 meses). Come um pouco e já sai correndo e eu e meu marido temos de nos revezar entre comer comida fria e correr atrás dela. Ela é muito curiosa, quer ver tudo o que tem em volta, explorar o ambiente. Para tentar segurá-la na mesa, levo de panelinhas e bonecas para ela “dar comida”, até livrinhos, revistas para colorir, mas parece que isso ultimamente não tem mais sido novidade, então ultimamente o que já nos salvou outrora não tem resolvido.
    Outro dia fomos levar um amigo de outra cidade para jantar e ela estava cansada e, consequentemente, com tendência a fazer birra por nada. Não chegou a aceitar ir até a mesa – coisa que nunca tinha acontecido -, quis ficar direto lá fora correndo e brincando. Para piorar, a comida demorou e ela ainda quis inventar de ir para o meio da rua.
    Consegui fazê-la vir ler um livro e depois brincar com as penelinhas, mas durou pouco e a saga recomeçou. Tentei conversar com ela, mas o sono era maior que qualquerr tentativa de me ouvir. Dormir ali, nem pensar. Já sem saber o que fazer, lembrei que eu tinha um pirulito na bolsa, e foi a salvação da lavoura. Como ela janta bem cedo, já tinha comido em casa, então eu não precisava me preocupar em não tirar a fome dela. Pois dito e feito: perguntei se ela queria um pirutilo e ela, que até então se batia fazendo birra, parou de chorar na hora e foi com tranquilidade até a mesa comigo, andando. Aceitou sentar no cadeirão, nisso chegou a comida. Enquanto eu jantava, ela chupava seu pirulito tranquilamente e voltou aos brinquedos. Acabando o pirulito quis descer, mas aceitou ficar em volta da mesa brincando e pudemos terminar de jantar. Ufa!

  18. Meninas, ainda não entrou o post do blog, mas já tuitei várias vezes a promoção, tá? Enfim, vamos à minha história porque eu quero muito um kit desses.

    Laura foi um bebê muito tranquilo até virar andarilha. Ir ao restaurante com ela virou maratona. Adoramos comida japonesa e vira e mexe vamos a um restaurante perto de casa. Para começar, ela refuta o cadeirão porque nele, fica presa e o que quer é muita liberdade. Ao chegar, começamos a entretê-la com os hashis e uma saladinha de pepino, mas o garçom nem chegou com as bebidas e ela já escapa da cadeira. Tudo vira motivo para vai e vem: os carros na janela, o gatinho na estante, a queda d’água na porta e até mesmo os mangás da roupa do garçom. Doida por leitura, outro dia ela sentou no chão com seu livro quebra-cabeças até reparar na camisa do garçom. Quando me dei conta, o garçom estava parado de costas para minha mesa, ela apontando para a bunda dele e eu inventando histórias com quadrinhos que mal formavam uma mísera tira.

  19. Fomos a um restaurante do festival “comida de buteco” que tem aqui em Belo Horizonte em meados de abril/maio… e o prato estava demorando demais!!! e minha pequena, na época com 1 ano e 6 meses já estava impaciente, mesmo com o meu “kit impaciência à mão” (constituído de lápis de cor, papel, brinquedos, água, bolachinha, etc e etc), o serviço do restaurante estava muito demorado… de repente, vem o garçom e põe o prato na nossa mesa. Prontamente minha filhota mete a mão e pega uma torrada do prato, neste mesmo instante a mesa ao lado pergunta ao garçom se o prato não era pra mesa deles, uma vez que eles chegaram primeiro! aí o garçom reconheceu o erro e tirou o prato da nossa mesa… fiquei morrendo de vergonha e sem saber o que fazer, afinal a minha filhota já estava “enterrada” na torradinha!! pedi desculpas ao pessoal da mesa e continuei com a melhor cara do mundo… fazer o que? ia bem devolver torrada babada??? hehehe… só sei que essa torradinha serviu para acalmá-la e esperar pacientemente o nosso prato… 🙂

  20. A Camille hoje com 1 ano e 9 meses sempre foi um bebê tranquilo, mas quando começou a entender as coisas, ficar quieta na cadeirinha do restaurante era uma tarefa árdua. Como marinheira de primeira viagem a gente inventa um monte de coisas, até conseguir o melhor jeito, mas como tenho duas afilhadas hoje com 10 anos foi fácil lembrar da época delas pequenas e como conseguia entretê-las no restaurante. Tenho um “kit de sobrevivência” que é um estojo cheio de cantinhas coloridas e um bloquinho de folhas. Não saio de casa sem ele, pois só assim consigo ficar um pouco mais de tempo sossegada à mesa. Um outro método infalível com a Camille hoje é inventar histórias e criar bichos desenhados e recortados. Ela fica um tempão entretida nisso.

  21. Quando minha filha mais velha Cecília – hoje com oito anos – tinha quase quatro anos, estávamos hospedando uma amiga de outra cidade que aproveitava a semana de folga para curtir a “sobrinha”. Chegado o sábado, minha amiga combinou com outros amigos da cidade de encontrarem-se em um happy hour e, como ela estava sem condução, resolvi acompanhá-la com Cecília à tiracolo. Chegamos antes de todo mundo e, claro, muito antes de todos os outros amigos chegarem, Ceci já estava enjoada da conversa chata. Cansada de administrar os pitis da pequena e sem coragem de cortar o barato de minha amiga, pedindo para ir embora, improvisei um mini jogo de sinuca com bolinhas de guardanapo e canudinhos. Como não havia caçapas, a ideia era conseguir “encaçapar” as bolas, usando os canudinhos, em pequenos “ninhos” feitos também de guardanapo. O brinquedo improvisado fez tanto sucesso que até os adultos da mesa pararam a conversa para tentar jogar. E Ceci, finalmente sentindo-se parte da turma, parou de nos aborrecer com choramingos e reclamações. Com o tempo, desenvolvemos também a modalidade “futebol para mesas de restaurante”, com guardanapo e canudinhos. Ceci, hoje, já ensina a irmã menor, Clarice, de 3 anos, a se divertir enquanto espera os pratos. Os sucessos da temporada são mágicas usando moedas e truques com copos plásticos.

  22. Ai, sair com meu filho sempre foi uma aventura, porque quando nenenzinho chorava sem parar, depois que comecou a andar… (e foi cedo, aos 10 meses) nao parava um minuto… um dia, tivemos a infeliz ideia de ir a uma churrascaria, onde as mesmas eram apertadas, nao tinha atividade nenhuma para crianca, e meu filho com 11 meses desperado para sair derrubando tudo pela frente… foi quando um garcom mega atencioso notou meu desespero para mante-lo sentado no cadeirao e encheu um prato com farofa, Colocou na frente dele e ele amou… comeu, passou no cabelo, jogou pra cima, saiu de la parecendo um bife a milanesa… mas pelo menos tivemos um almoco divertido!!!!

    Meu nome e Patricia, sou mamae do Guilherme que hoje tem 1 ano e 8 meses.

  23. Amei essa promocão!

    Sempre levei duas coisas na bolsa para distrair o pequeno no restaurante.
    Carrinhos e um lápis de cor.
    O tempo de espera pela comida batia direitinho com o tempo de distração com essas duas coisas, rabiscando o papel toalha da mesa.
    Um dia fomos só passear um pouco de carro, até que o marido resolver esticar o passeio e ir almoçar em um cidadezinha no litoral um pouco distante.
    No meio do caminho lembrei que não tinha levado nada. Nem carrinho, nem lápis, nem fralda. Não tava nos planos almoçar fora.
    Chegando lá verifico a fralda e tava ok para aguentar até o termino do almoço.
    Iria caçar uma farmácia depois, pois nós 3 estávamos com muita fome.
    Coloquei o menino na cadeirinha e fizemos o pedido logo.
    Não demorou muito para ele ficar inquieto e eu caçando o que dar para distrair.
    Dei o porta guardanapo. Quando vi que já tinha arrancado a metade e jogado fora, tirei dele. Aí dei o paliteiro e novamente metade foi para no chão.
    Olhei para o garçon com cara de desespero pedindo ajuda. Ele apareceu com um garrafa pet de refrigerante vazia. Foi a salvação por 15 minutos até que começou a jogar no chão fazendo um barulho irritante para quem estava ali só para almoça em paz. Alguns podem né?
    Aí passa o garçon e pergunto: “Vai demorar muito?” “Não senhora, já tá quase saindo” “Então me empresa sua caneta?”
    O garçon me olha com cara de “mas a minha caneta?”
    Confisquei o instrumento de trabalho essencial do garçon.
    Comecei então a contar histórias inventada na hora, e desenhando no papel.
    Foi o que distraiu até a comida chegar.
    Todo mundo satisfeito, conta paga, o marido vai tirar do cadeirão e diz: “Xiii, vazou…” Olha para cadeira toda molha de xixi e o chão também.
    Chamei o garço querendo me enfiar debaixo da mesa.
    “Moço sua caneta ajudou muito mas aconteceu um desastre…
    Ele muito gentil disse que não tinha problema, que isso acontece mesmo.
    Nesse dia aprendi. Nunca mais sai de casa, mesmo que fosse só lá esquina sem o kit salvação: Lápis de cor, carrinhos e fraldas.

    Sou a Ana Maria mãe do Lucas de 4 anos

  24. gostaria de compartilhar com vcs, a minha aventura. Num dia atípico, pois aqui em Barra do Bugres, in terior de Mato Grosso, tudo é muito calmo. Chega-se ao restaurante e rapidamente chega o garçon e a comida, mas … este dia tudo comspirava para o caos, as crianças caio de 8 anos e Luisa de 2 e 11 meses acabaram de vacina contra H1N1, e estavam com a corda toda. Eis que chegamos ao restaurante contentes para saborear um peixinho, tinha faltado um garçon e a cozinheira estava doente, o dono não sabia se atendia os pedidos ou se servia a comida, os dois “anjos” começaram a correr, pular, gritar e eu ja estava de cabelo em pé, De repente lembrei q na bolsa de mãe, bendita bolsa havia uma caixa de lapis de cor. Chamei o dono do estabelecimento e disse :- ou vc me arraja tods os guardanapos possivel, ou eu estou indo embora … mais que de pressa veio ele com um pacote daqueles toalhas de papel( p banheiro) e fez a felicidade geral. Deu um sossego que ate as outra mães perguntyaram se não podiam colocar as crianças juntas.
    Enfim, meu almoço foi salvo, como o de muitas outras mães por uma caixa faber-castell.
    E isto ai, agora se tiver algo p me mandarem eu ficarei muito feliz. Mas se não, eu continuarei comprando os produtos que tem otima qualidade e é garantia de felicidade das crianças.
    Ah! Eles desenharam varios peixinhos nadando, afinal estavamos no encontro dos rios Bugres e Paraguai, um lugar belissimo em MT. Podem acreditar e se quizerem vem vizitar rsrsrsrsrsrs

  25. Bem, a história não foi no restaurante, mas tem a ver com comida, vou contar porque foi muito engraçado. Meu filho Gustavo vai fazer 5 anos em setembro, e ele não para nem um minuto. Mas como minha filha Eduarda de 11 anos ia se apresentar no culto, tocando flauta tive que leva ele. Mexe, que mexe a cadeira tinha espinho!!!, quando chegou a hora da Santa ceia o Pastor(somos luteranos) convidou todas as crianças a participar da ceia, e lá foi o Guto… entrou na fila, tudo bem, chegou lá e comeu a hostia…. quando olho vem o Guto voltando com a cara mais chateada do mundo e eu pergunto : o que houve? e ele responde: – mães aquela bolachinha não tem gosto….. o sr. atrás de mim se sacudia de rir, eu não tive outra escolha dei a minha caneta e arranjei uma folha de papel pra ele desenhar….e sempre que terminava um desenho contava bem alto pra alguém, : olha este é meu pai……cachorra…peixe…..quando não tinha mais papel ele resolveu prestar atenção no que o pastor estava dizendo e me perguntou: mãe o que é pecado? e o sr. atrás de mim susurrou: e agora?

  26. Adorei a promoção…
    Vamos lá pra minha história.
    Adoro carregar o filhote pra todos os lados, mas a última experiência com Isaac num restaurante só com adultos tinha sido desastrosa.
    Fomos vajar pra SP e lá adoramos fazer turismo gastronômico. E aí?
    Enfiei uma prancheta, muito papel e um estojo com muito lápis no porta-malas do carro, ia ser meu trunfo.
    Fomos tomar café da manhã num lugar bacana e até então pequeno se distraindo com tudo e eu conseguindo conversar com os amigos e comer numa boa. Mas mãe, sabem como é, vive com “um olho no peixe e outro no gato”, percebe as atitudes do filhote antes de todo mundo. Vi que Isaac e a outra bebê que estava na mesa já estavam se estranhando e ficando bem estressados. Saí da mesa num zas com a chave do carro. Nem olhei pra trás. Quando voltei estavam todos mega assustados olhando pra mim com aquela cara de “a louca ia voltar pra Bauru e deixar o filho e o marido aqui” ou “onde ela vai com essa prancheta? jornalista é tudo louco, quer escrever matéria de tudo e em qualquer lugar”.
    Mas não, foi a salvação. Isaac e baby se divertiram pacas desenhando o café da manhã e se divertindo muito.
    O programa ficou mais colorido e de quebra desenhamos uma historinha sobre o zoológico, nossa próxima parada na capital.
    Agora o estojo e a prancheta são nossos amigos inseparáveis pra qualquer passeio.

    Ai! to louca pra ganhar esse kit!!!!!
    bjocas
    Carol Garcia
    carolgarcias@hotmail.com
    mãe do Isaac, 1 ano e 10 meses

  27. Tenho uma filha de 2 anos e meio, a Letícia e, quando bebê, ela era tranquila de levar ao restaurante. Com o tempo, foi virando uma aventura: tínhamos que levar livros, lápis, brinquedos. Um belo dia, passeando, resolvemos ir ao restaurante almoçar. Mas, chegando lá, vimos que tínhamos esquecido do kit sobrevivência. No começo, como ela estava com fome, comeu. Mas, criança acaba logo de comer porque ela só come, não conversa. Assim que ela acabou de comer, começou a querer brincar, a querer sair da mesa, puxava os guardanapos. A saída foi inventar brincadeiras com os dedos. Isso mesmo, com os dedos. Nossos dedos viraram personagens, um deles era o Senhor Cosquinhas, que só fazia cócegas na Letícia. Os outros eram personagens também inventados, não me lembro os nomes agora, mas ela se entreteu por bastante tempo, até a hora de irmos embora. Hoje não esquecemos mais o kit sobrevivência em casa, porque precisamos dele quando as músicas não dão mais resultado (cantamos muitas músicas pra ela, que acompanha dançando e cantando).

    Fúlvia, mãe da Letícia (2 anos e meio)

  28. Adorei a promoção, meninas!!! Que legal!
    Ir ao restaurante com meus filhos é certeza de risadas. Hoje eu vou sempre com um lápis de cor, um caderninho e um brinquedinho salva-vidas na bolsa.
    Mas nem sempre foi assim…
    Eu estava na minha ultima semana de gravidez, esperando a Gabi, um barrigão enorme… Fui com meu marido e meu filho, Miguel, que na época tinha 3 anos, jantar em um restaurante em Ipanema.
    Logo depois que chegamos, o Pedro Bial sentou na mesa ao lado da nossa com os filhos e uma moça.
    O Miguel é um menininho super simpático, gosta de conversar com todo mundo, adora andar pra lá e pra cá nos restaurantes.
    Quando eu vi, quem estava ali, sentado na mesa do Pedro Bial batendo altos papos? Miguel, o intrometidinho da estrela! Tinha um parquinho dentro do restaurante e volta e meia as crianças iam pra lá fazer bagunça.
    Meu pequeno não tinha a menor idéia sobre quem era o cara que estava ali, dando trela pra ele. Bom, o jantar foi super divertido pra ele. Ele passou horas com o Bial e seus filhos. Riu, brincou, levou bronca do Bial…
    E eu? Eu não sabia onde enfiar a cara de tanta vergonha que fiquei (principalmente na hora da bronca). Tentei segurar o menino de todos as formas na mesa. Mas ele ficava sentado um minuto e fugia pra mesa do lado! Ele comia na nossa mesa, comia na mesa do lado, na nossa, na do lado. Foi um revezamento de mesas pra ele!
    Quando estávamos de saída ele ainda voltou lá pra se despedir com um sonoro:”Tchau, amigão!!!” pro restaurante inteiro ouvir, hahaha!
    Com certeza o Miguel vai esquecer mas eu vou lembrar disso pro resto da vida!!!

    Lívia – Mãe da turminha do barulho (Will, 12 – Miguel, 4 – Gabriela, 1)

  29. Uma delícia essa promoção, vamos divulgar lá no blog !

    Aí segue minha história :

    Vamos combinar que restaurante é um programa de adulto, por isso simpatizo tanto com os restaurantes que reservam um cantinho com atividades para as crianças não serem obrigadas a esperar os adultos colocarem o papo em dia.
    Mas nem sempre temos essa opção.
    A pequena Ju desde novinha nos acompanhou, mesmo quando o jantar era somente entre adultos. Sempre tento montar uma mochilinha com brinquedos pequenos (tipo dedoches, coleções do Mc Donalds, giz de cera e papel). Mas nem sempre dá tempo para esse planejamento todo …
    Uma noite, inventamos uma saída de improviso com mais um casal, sem outras crianças e para um restaurante sem atrativos para os pequenos. Os adultos se empolgaram na conversa e lá se foi o tempo de escolher o prato, esperar e comer tudinho… e agora? Ai para não bancar a mãe encrenca, olhei em volta e vi um pote de saquinhos de açucar União. Se reparar, atrás de cada saquinho, tem uma foto, não é?
    Então transformamos os saquinhos em jogo da memória, separando as fotos iguais em duplas, virando para baixo na mesa e misturando os saquinhos. Nossa, renderam bons minutos de diversão, inclusive com os adultos da mesa! Esgotando a novidade, mudamos a regra, retiramos 1 saquinho e transformamos a brincadeira no famoso Mico!

    A brincadeira virou assunto dos garçons, que no final já estavam ajudando a trocar os saquinhos de açucar com outras mesas para formar mais pares 🙂

    Beijos
    Lu (Mãe de Juliana – 5 anos)

  30. Apuros com filhos pequenos é quase que inevitável, então normalmente quando saímos de casa para se tentar comer nem que seja a comida fria, entra a “super bolsa” que tem a função árdua em distrair as crianças, então isso inclui um arsenal dentro dela, o que tem desde carrinhos, bonequinhos, lápis de cor, giz de cera, papel colorido e quebra-cabeças.
    Diga se não é uma mãe preparada?
    Mas mesmo assim não fugi de vários micos em restaurantes, desde puxão de toalha, talheres que viram espadas, copos que viram nave espacial…
    Mas, acontece que tudo isso tem que ser novidade porque pode não ter atrativo naquele dia.
    Foi o que aconteceu, não adiantou tirar qualquer coisa da bolsa que meu filho não conseguia se concentrar, ficar na cadeirinha nem pensar, queria brincar no chão, correr entre as mesas…
    Ai improvisei: – Filho vem aqui em baixo da mesa que tem um oceano cheio de tubarões e as sereias precisam de ajuda de um guerreiro forte para enfrenta-los, opssss ele gostou da narrativa e se interessou. Ficou ali por uns 20 minutos (está bom para almoçar, né?)
    Detalhe: os tubarões eram meus sapatos, minhas pulseiras conchas do mar, óculos de sol uma montanha, sapato do pai um navio…
    Se precisássemos levantar da mesa naquele momento, confesso que seria no mínimo engraçado.
    Priscila Panzoni
    Mamãe do Thiago – 5 anos e Maria Eduarda – 1 ano

  31. Pedir entrada com criança é um bom começo, distrai e tira o abuso da fome. Atacamos de bolinhos de bacalhau, sucesso entre meus filhos Irene (5 anos) e Tomé (quase 2 anos). O problema é que os pratos estavam demorando demais, e as crianças já não aguentavam mais bolinhos, que ficaram sobrando na mesa. O menor não queria mais ficar sentado em seu cadeirão, a mais velha fazia guerra com os palitos de dente e já deitava na cadeira. A solução foi improvisar uma “oficina de bonecos” com os bolinhos que sobraram e os palitinhos, que rendeu atenção e dedicação, depois um teatrinho super engraçado, com estórias inventadas na hora, que entreteu toda mesa (e algumas mesas vizinhas, rsrsrs). Depois que a comida chegou o teatrinho continuou. O problema foi convencer as crianças que não dava pra levar os bonecos (que a essa altura estavam disformes) pra casa.

  32. Tenho um menino de 4 anos, Ranieri

    Um caso que aconteceu que foi muito engraçado até, foi quando estavamos numa pizzaria á noite, meu filho tinha 3 anos, ele adorava assistir o Mister Bin, então na pizzaria tinha um garçom que era a cara do Mister Bin, e o rapaz ficava andando pra la e pra ká, levando pizzas, e o Ranieri não parava de olhar pra ele, até que uma hora ele falou bem alto: Olha é o mister Bin…. rsrs todos pararam pra olhar ele e o rapaz, todo mundo caiu na risada.
    Eu e meu marido ficamos envergonhados, pois criança em lugares assim tem que ter uma distração.

  33. Olá Meninas!!! Adorei a promo, super legal..eu querooooooooo..
    Olha só, fiz a divulgação la no meu blog,ta?? 😉
    Bem, deixa eu ver se tenho alguma historia aqui,rsrs..Bom,passar aperto em restaurante eu sempre passo porque o Enzo é nó cego…diz o que quer e é super desbocado…me mata de vergonha,porque tem umas tiradas muito engraçadas e fala na cara da pessoa mesmo,então eu vivo pagando mico..mas acho que a pior que eu me lembre, foi numa pizzaria..

    Saimos para jantar eu, ele,meu marido e meus pais..e todo mundo lá na mesa,esperando as pizzas chegar e morrendo de fome…o garçon todo gentil com ele, fazendo de tudo para agradar..e eu ja meio tensa, porque não tinha levado nada para ele se distrair,e ele já tinha enjoado de brincar com as tampinhas das garrafas(ele adora juntar tampinhas,rsrs)..até que a pizza chegou, o garçon serviu ele e ele olhou para o garçon, olhou para mim e disse bem alto: eu quero fazer coco!!!
    Todo mundo do restaurante começou a rir..e eu: ai ,filhoooooo..
    E ele gritou: eu quero fazer cocoooooooo,voce quer que eu faça aqui é,pra vc comer??????????????/
    Eu morta de vergonha,não tive saida..peguei ele pela mão e passei uns 20 minutos no wc( ele tem prisão de ventre..já viu né???)..depois ele sai todo faceiro, saltitante de dentro do wc..e eu ja sem um pingo de fome depois de toda a função de esperar, verificar, limpar..(ai,ai ,ai..)…todo mundo do restaurante rindo…
    E depois até que ele comeu direitinho…rsrsr..
    Bjaaaao para todas vocês!!!

  34. Tenho dois filhos um de 26 e uma de 5 , então tenho varias historias nestes muitos anos de mãe , o meu filho ia comigo sempre a bares e restaurantes pois eu era muito nova!!
    aconteceram varias coisas legais nestes momentos , uma vez eu estava no sesc pompéia e tinha acabado de chegar o meu pedido , meu filho estava aprendendo a andar e queria muito sair do carrinho , coloquei ele no chão e lá todo mundo conhecia o JoãoPaulo, já eramos fregueses antigos , sempre tinha uma banda tocando , quando me dou conta vejo meu filho em cima do palco dançando muito!!! foi a grande atração da noite , depois de cansado desceu , veio até mim tomou um mamazinho e dormiu no carrinho novamente .

  35. Meu nome é Joana, minha filha se chama Giovanna e tem 10 meses. Sair pra almoçar com ela é sempre um desafio, ela não quer saber de ficar no carrinho nem no cadeirão, quer é ficar de pé no meu colo pra pegar as coisas da mesa. A duas semanas atrás, fomos almoçar em um restaurante japonês, a comida estava uma delícia, mas o restaurante não tinha a menor infra estrutura para crianças… Já prevendo que teríamos problemas, levei um potinho de papinha pra ela, na esperança de conseguir comer enquanto ela comia, mas foi só acabar a comida dela que começou a bagunça! Pra começar, o resturante só tinha um cadeirão e nós estávamos em três casais com filhos, conclusão: a Gigi ficou no carrinho. Depois dela terminar de comer (eu ainda não tinah terminado), dei os brinquedinhos pra ela, mas quem disse que ela queria os brinquedos? Nada. Ela queria o guardanapo, o hashi, os potinhos… Consegui distrair ela uns minutinhos com uma garrafa d’água vazia, uns minutinhos com o guardanapo e foi quando ela começou o maior chororo… e os “amiguinhos” dela estavam dormindo… daí me deu desespero, peguei ela no colo, peguei um dos papeis de jogo americano, fiz uma dobradura de chapéu e fiquei cantando “marcha soldado” no meio do restaurante! Ufa… ela acalmou um pouco, depois que o meu marido terminou de comer, deixei ela no colo dele pra comer pelo menos um pouco do rodízio que eu estava pagando… Desastres a parte, é sempre uma delícia sair com ela! Mesmo que seja pra comer depois que todo mundo acabou!
    Beijos a todas as mães corajoas!
    Joana

  36. Até hoje ainda é uma aventura sair para comer fora com minhas duas meninas. Mas o episódio que nunca me sai da cabeça quando o assunto é distrair as crianças até o pedido chegar, foi no dia que a Eduarda, então com três anos, não parava quieta de jeito nenhum. Eu já tinha feito de tudo, desenho, palitinho de dentes, os talheres, nada adiantava. Aí me lembrei de uma historinha que aprendi há muito tempo. O capitão e seu navio contra o artaque dos piratas. É uma história que você vai contando ( e inventando ) enquanto faz um barquinho de papel e as crianças acompanham muito curiosas. No final o barco “afunda” e sobra só a camisa do capitão. (basta rasgar a ponta das laterais do barco e o topo). Quando terminei de contar a aventura, não só a Duda estava quietinha como juntou mais 4 ou 5 crianças curiosíssimas acompanhando o relato.
    Hoje tenho outra pequena, a Dominique, e já usei esse recurso com ela. É dito e feito! Funciona sempre! ( com as minhas e com as outras que se aproximam para ouvir ).

  37. A Isabella nunca foi facil pra comer, mesmo hoje com seus 4 anos, nos da muito trabalho. E apesar de no inicio nao gostar muito da ideia, acabamos sempre inventando algo pra ela se interter. Ja usamos caderno de desenho, caderno especial de sticker, mas o que ela mais gosta é de fazer esculturas de “arte” com os palitos e as tampinhas de refrigerante. Azar o nosso, quando o restaurante só dispoe de latinhas. PArtimos para as advinhacoes usando os famosos palitos. Inovação é tudoooo! E com certeza minha artista se distrairia muito com esses kits.

  38. A Isabella,quando pequena, só nos dava sossego quando brincava de desenhar no papel da mesa (quando o restaurante tinha), massa crua de pizza (quando era pizzaria) ou se virava com os palitos de dente mesmo. E eu apavorada para que ela não se machucasse, engolisse alguma coisa ou atrapalhasse os demais!!kkk
    Hoje com o Théo, que já tem 2 anos e 8 meses, é mais fácil, pois como é enjoadinho pra experimentar alimentos novos, sempre vai de barriguinha cheia e levamos os brinquedos preferidos, como os que têm letras e números. Meu pequeno surpreende, adora brincar com as letras e os numeros, já sabe o abecedário, contar até 100 em português e até 10 em inglês, francês e japonês, conhece 8 formas geométricas, as cores e está sempre querendo um livro por perto!! Com tasntas opções, basta variar o “cardápio”, levando vários brinquedos e mantê-lo entretido por horas!

  39. Já passava do meio dia e meu filho estava “azul” de fome, aliás todos nós. Chegamos à um restaurante e todas as mesas ocupadas. Um garçom nos atendeu e disse que se quisessemos aguardar um pouco logo liberaria uma mesa. De repente, percebemos que o nosso filho, Gabriel 4 anos, não estava mais próximo a nós. Meu marido e eu começamos a procurá-lo e já estavamos ficando deseperados, quando o avistamos sentado numa mesa filando a comida dos clientes. Aí, quem ficou “azul”, mais de vergonha, fomos nós.

  40. Ir ao restaurante com meu filho , hoje com dois anos e nove meses pode ser uma experiência feliz ou dramática. Depende ao que parece, da conjunção astral, de uma noite bem dormida, da fase lunar e de algo que o distraia depois da refeição. Tenho , preciso confessar, um comilão em casa. Sua ideia de restaurante é a do lugar onde ele pode sentar, papar gostoso e sair correndo para ir brincar. Se o papai e a mamãe ainda não terminaram não é problema dele. ” Quero passear” é a senha para a família levantar acampamento sem sobremesa.

    Meu ( pior) aperto com meu filho em um restaurante foi há 6 meses atrás. O dia foi especialmente difícil porque ele simplesmente não estava com apetite, não queria ficar perto de nós ou comer.Antes mesmo do pedido já esperneava querendo ir embora. Precisei almoçar em 3 minutos ( literalmente) para levá-lo para fora enquanto meu marido fazia a refeição relâmpago dele. Suando frio eu tentava manter a calma enquanto todos no restaurante envidraçado – que sorte a minha- assistiam com cara de espanto a performance do meu pequeno. Ao sair alguns mexiam com ele outros olhavam com cara de reprovação. Sim, eu queria sumir e jurei, em falso, nunca mais aparecer naquele lugar. Estava já sem forças quando um dublê de maitrê e psicólogo apareceu com uma caixinha com giz de cera e uma folha de papel. Dizendo que queria ” desenhar o sol” meu filho aceitou voltar para a mesa . Desde então não saio mais sem uma folha de papel e dois ou três lápis na bolsa. A fase do esperneio parece ter passado , mas não a da agitação. Desenhar o sol parece ser a melhor saída.

  41. Já comi muita comida fria, muito resto do prato do meu filhote, perdi muitas calorias ao abaixar e levantar pegando os talheres, guardanapos que sempre iam ao chão, mas nunca desanimei de sair para um almoço fora por conta desses pequenos stresses.
    Hoje é tudo mais tranquilo, afinal, o Gustavo está com 7 anos… mas quando marcamos algo com amigos, também com filhos, procuro sempre levar umas folhas para desenho ou revistinhas para colorir…funciona, pelo menos pelo tempo suficiente para não comer a comida fria…rsrs…mas sei que um dia sentirei saudades até de quando só sobrava tempo para comer o restinho de comida do prato dele. A vida passa e o que fica são as lembranças de tudo o que vivemos!

  42. Ontem mesmo aconteceu um caso interessante. Minha filha tem 1 ano e 6 meses e ela ja fala muita coisa e tem uma super coordenação motora, e eu fui com ela e com uma amiga ontem a uma pizaria, nessa pizzaria tem pula – pula e eu pensei que a Cecília ia ficar pulando direitinho quietinha la e eu poderia ficar sentada olhando e conversando com minha amiga (tolo engano). quando chegamos na pizzaria tinha 3 criança “comendo” e os pula-pulas varios fui la e coloquei a cecília dentro (foi o chama) as crianças foram em cima, eram 2 meninos maiores e uma menina de 2 anos, essa menina de 2 anos começou a bater na minha filha, ficava tentando abraçar a cecília e com isso a derrubava, nisso tive que tirar e colocar a cecília varias vezes do pula-pula e a menina de 2 anos ficava atras da cecília, se eu tirava a cecilia do pula-pula td mundo saia, e vinha atras dela, ai nisso eu mal consegui ficar sentada, porque a cecília queria brincar mas a menina nao deixava. depois q a piza chegou a cecília comeu alguns pedaços e pediu pra voltar no pula pula, mas ela so conseguiu brincar e eu sentar depois que a menina foi embora, acho que se eu tivesse um kit desses a cecília tinha ficado sentada na mesa desenhano ate a menina ir embora e depois ia brincar no pula pula como ela gosta.

    beijos

  43. Oi pessoal!
    A parte mais extraordinária que passei em um restaurante com o meu pequeno príncipe Pedro Henrique, foi ter que concentir o uso do paliteiro de uma forma muito especial: Ele ia pegando palito de cada vez e quebrando de pedacinhos em pedacinhos, um por um com a boca e jogando os pedacinhos embaixo da mesa….Os garçons nos olhavam com “uma cara”…era o único jeito de distraí-lo enquanto o jantar que havíamos pedido ficava pronto. Pra mim que estava cansada da longa jornada de trabalho, era muito bom que ele se distraísse com os inocentes “palitinhos de dente”.

  44. Aaaah, não é justo!
    Meu bebê ainda é in utero!!!
    Mas esse kit ia ficar beeem guardadinho para daqui um ano e 9 meses mais ou menos, quando o pequerrucho resolvesse que estava na hora de me atrapalhar no sushi… rs
    Mas tudo bem… passei a vez pra minha prima vir participar!
    Beijocas

  45. Vcs podem imaginar o que é segurar um casal de gêmeos de 1 ano e 8 meses em cadeirinhas no restaurante ! Não é nada fácil mas como a gente os acostumou a almoçar fora desde pequeninos, estamos aprimorando nossa técnica a cada fim de semana. Giz de cera, lousa mágica, massinha, lápis para colorir são algumas das ferramentas que levamos para acalmar a dupla. No carnaval desse ano, num hotel fazenda, tentamos todas mas nada dava certo. Aí apelamos para dar-lhes as melhores ferramentas para esse momento: garfo, colher e comida ! Deixamos eles pegarem todos os quitutes da mesa (era café da manhã) e experimentar. Não é que deu certo? Comeram bolo com giz, massinha vermelha no pão, lápis de cor com geléia, queijo no papel. No final, muita água pra lavar o rosto já que só víamos os olhos ! as mãos, nem se fale ! mas valeu a pena, conseguimos tomar nosso café calmamente ! Sou Agláia, mãe do Igor e da Isadora (1 ano e 8 meses).

  46. Meu filho tem quatro anos, e minha última “aventura” com ele foi no jogo do Brasil contra Portugal. Meu filho seria dispensado da escola pra assistir o jogo comigo, mas pelo horário não teríamos tempo de ir até nossa casa. Escolhi um restaurante pertinho da escola, e metade do problema estava resolvido. Mas como garantir que ele se comportaria durante todo o jogo? Bom, já que estamos na época de Copa e o pequeno ainda está tentando entender tudo isso, me preparei e imprimi vários desenhos relacionados à Copa do Mundo, bandeiras dos países que iriam jogar, o mascote da copa… Na hora do jogo ele dividia sua atenção entre assistir à partida e colorir os desenhos. Fazia perguntas sobre as bandeiras, os países, o jogo… Deu supercerto, ninguém se estressou e pudemos curtir juntos mais um jogo (infelizmente não pudemos gritar “Gol”).

  47. Fomos a uma pizzaria comemorar o aniversário de uma amiga. Escolhemos essa pizzaria justamente porque oferece um kit de lápis cera e folhas para colorir para as crianças, assim elas ficam distraídas enquantos nós podemos conversar e apreciar as pizzas com alguma calma. Nese dia a Sofia estava tão entretida com a pintura que eu nem observei que ela já tinha terminado de colorir todas as folhas. Quando fui ver, o casal da mesa atrás da nossa estava rindo e com a mão na frente do rosto como se protegendo de algo. Bom, a Sofia tinha pego a máquina fotográfica em cima da mesa e estava tirando fotos do casal. Levantei rapidamente, pedi desculpas, o casal foi super simpático, oltei para a mesa e solictei ao garçon mais filhas para ela colorir. Quando cheguei em casa e fui ver as fotos, tinha foto do tal casal se beijando, tinha foto de outras mesas, tinha foto dos cozinheiros na cozinha. Não percebi que em tão pouco tempo de distração minha ela tinha fotografado quase todo o restaurante. Isso porque realmente ela estava muito queita e tranquila colorindo os desenhos que eu esqueci da menina.
    Agora eu tenho um kit restaurante na bolsa.

  48. Há uns 10 anos atrás, com Daniel no auge dos seus 5 anos, Natália com 8 e Gabriela com 10 anos me vi em uma saia justa em um rodízio de PIZZA. As meninas sempre acompanhavam bem o nosso tempo de comer, já Daniel se satisfazia com dois pedaços de pizza e estava pronto para ir embora. E agora o que fazer ? Meus olhos alcançaram rapidamente o nosso paliteiro e o da mesa ao lado ( que tive que pedir emprestado ) e com eles DANIEL passou brincando, o tempo necessário para concluirmos o nosso JANTAR. Que bom que hoje com Vitor, em seus 9 meses completos, terei os produtos Faber Castell para alegrar minhas noites com o AMORido, sem ter que emprestar o paliteiro da mesa ao lado 🙂

  49. Nunca pensei que segurar um bebê quieto pra poder comer fosse tão difícil. E nos dias das mães não foi diferente. Depois de comer/brincar com uns pedaços de frango e batatas, minha pequena botou pra quebrar. Quis descer de cadeirão, quis ir verificar as demais mesas, quis tomar banho de suco. Então vi um canto com uns papéis e canetinhas. Rapidinho levei-a pra lá, que adorou desenhar e pintar a própria roupa (eu fingi que nem vi). Até que, depois de uns 5 minutos, uma menina chega pro meu marido e diz: “Tio, a canetinha é minha e tenho que ir embora”. Putz, e eu achando que o restaurante era bacana e pensou nas mães! Nem preciso dizer que devolver a canetinha à dona foi uma aventura, com direito a muito choro, lágrimas de crocodilo e a promessa que mamãe traria seu giz de cera da próxima vez…rs. Esse kit é tudo que pedi a Deus!

  50. Muito injusto eu não poder participar!!!! Eu quero todos!!!! Ah, vou pedir para o maridão participar!!! rsrsrsrs

    Eu não posso, mas vc pode então corre e conte pra gente tuuuuuudo!!!
    beijos
    patricia

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